30 Julho, 2009
Vigiai e Orai ! ( A Gripe H1N1)
29 Julho, 2009
O cérebro come ?
Quem não se lembra do famoso - mas detestado - óleo de fígado de bacalhau? Era dado às crianças, primeiro sob a forma de líquido, mais tarde de cápsulas. O seu sabor amargo tornou-o impopular e ainda hoje falar nele dá origem a um esgar de rejeição. Porém, havia uma boa razão, uma ótima razão para infligir tal "tormento" aos menores: é que o óleo de fígado de bacalhau é rico em substâncias essenciais para o correto desenvolvimento do cérebro. É o caso dos ácidos graxos, mas também das vitaminas do complexo B.
Hoje em dia já ninguém o toma, mas o cérebro continua a necessitar de ser alimentado. É que aquilo que comemos afeta diretamente o desempenho cerebral: está provado que os nutrientes adequados estimulam a inteligência, melhoram o humor, favorecem a estabilidade emocional, aguçam a memória, fortalecem a concentração e aguçam o raciocínio. Além de que contribuem para manter a mente jovem.
Uma questão de química
Pensar é um processo químico. O cérebro é constituído por 100 mil milhões de células - os neurônios - que comunicam umas com as outras através de alguns milhares de passagens - as sinapses. De um neurônio para o outro, a informação é transmitida por mensageiros especiais - os neurotransmissores.
Estes mensageiros são constituídos por aminoácidos, substâncias existentes nas proteínas. Para que os aminoácidos sejam transformados em neurotransmissores são necessários sais minerais e vitaminas.
São três os principais mensageiros do cérebro humano: a acetilcolina, a dopamina e a serotonina.
A acetilcolina estimula os neurônios, estando associada à capacidade de memória, mas também está envolvida nos movimentos voluntários dos músculos e na inibição comportamental. Entre os alimentos que a fornecem incluem-se a gema do ovo, os amendoins, a carne, o peixe, o queijo e vegetais como os brócolis e a couve-flor.
Já a dopamina está relacionada com o movimento, a atenção e a aprendizagem, bem como com a excitação emocional. Encontra-se nos alimentos ricos em proteínas.
Quanto à serotonina, tem implicações no humor, nas sensações de prazer e felicidade, bem como no sono e no apetite.
Gorduras são essenciais
Mais de 60 por cento do cérebro é composto por gordura. As células são protegidas por uma espécie de película isolante - a mielina - constituída por 75 por cento de gordura. Além disso, as gorduras funcionam como mensageiros, regulando o sistema imunitário, a circulação sanguínea, os processos inflamatórios, a memória e o humor.
E de todas as gorduras os ácidos graxos ômega 3 são essenciais ao desempenho do cérebro. A sua falta pode abrir caminho a depressão, perda de memória, dificuldades de aprendizagem, hiperatividade com déficit de atenção e outras disfunções do foro mental.
Destes ácidos, o DHA é produzido pelo organismo, mas está igualmente presente no leite materno e no peixe gordo (salmão, sardinha, bacalhau, entre outros). Importante é também o ALA, que, não existindo naturalmente no organismo, deve ser obtido através dos alimentos, sobretudo dos óleos vegetais (de girassol ou de soja, por exemplo).
O desenvolvimento cognitivo beneficia-se também de sais minerais como o sódio, o potássio e o cálcio (que facilitam a transmissão de mensagens e o raciocínio) e ainda o magnésio e o manganésio (que dão energia ao cérebro). O selênio e o zinco são também úteis, pois possuem efeito antioxidante, o mesmo acontecendo com as vitaminas A, C e E: são todos nutrientes que ajudam a prevenir o envelhecimento celular e contribuem para a vascularização do sistema nervoso.
Entre as vitaminas as do complexo B (sobretudo o ácido fólico), melhoram a comunicação entre as células e a performance cognitiva.
A saúde cerebral passa também pelo consumo de proteínas e hidratos de carbono. As proteínas são os nutrientes construtores, entrando na constituição de nervos, tecidos e órgãos, incluindo o coração e o cérebro.
São, além disso, usadas para fabricar os neurotransmissores, influenciando o desempenho mental. Já os hidratos de carbono interagem com a serotonina, com os seus efeitos a refletirem-se positivamente no humor e bem-estar. Frutas, vegetais e cereais são as melhores fontes deste nutriente.
Água e oxigênio também
É a água, enquanto principal constituinte do sangue (mais de 80 por cento), que transporta os nutrientes aos tecidos e elimina as toxinas do organismo. E, como qualquer outro órgão, o cérebro precisa ser hidratado para que todo o circuito de comunicação funcione adequadamente. Do grau de hidratação cerebral depende, por exemplo, o nível de alerta mental e concentração. Mais uma boa razão para beber os recomendados dois litros (oito copos) por dia.
Vital para as funções cognitivas é também o oxigênio. É a sua "fuga" do cérebro para o estômago que explica que nos sintamos moles após uma refeição mais abundante: nessa altura em que boa parte da circulação corporal é chamada a intervir na digestão, o normal é que a capacidade de alerta diminua.
Daí a recomendação de fazer pequenas refeições e de não transformar o jantar na principal refeição do dia.
Em tempo de exames
Uma alimentação equilibrada é essencial em todas as idades. Não apenas para a saúde física, mas também para a saúde mental e o desenvolvimento cognitivo. Memória, raciocínio e concentração são capacidades que beneficiam da ingestão dos nutrientes corretos.
Uma regra a ter em conta todo o ano, mas muito particularmente agora que se aproxima a época de exames: os estudantes são sujeitos a um esforço mental superior, pelo que, mais do que nunca, devem alimentar-se corretamente.
Ácidos graxos, vitaminas e sais minerais constituem um trio de ouro, complementado com as proteínas e os hidratos de carbono mais saudáveis.
E sem esquecer a água. O exercício também é importante para oxigenar o cérebro. Tal como dormir o suficiente.
Fonte : médicos de Portugal
24 Julho, 2009
Reverenciando Formas de Vida
Todas as formas de vida são significativas - sim, maravilhosas, transcedentais e inimitáveis. A vida não se ocupa de ninharias inúteis." - O Livro de Mirdad
22 Julho, 2009
Mais Kontos ...
E tinha anjo - com direito a louro, negro e japonês !
Gnomos... os "Frugos"
Teve Moranguinho e Uvinha...
Bonequinhas de banho tomado... muitas !
Kontos de Mi
Eu já fiz muita boneca !! Era um hobby, enquanto bancária, e quando saí do Banco resolvi investir nessa arte, que envolvia esculpir, tecer, pintar e muito detalhe...
Bom, tudo começou mesmo inspirado nos livros de Contos - eu ficava fascinada com aqueles bonequinhos com pele de malha dos livros infantis.
Também foi meu primeiro site - o extinto Kontos de Mi - guardo até hoje com carinho os elogios recebidos através dele !
Fazia bonecas que eram mais compradas por colecionadores, cada uma saia com um rostinho diferente, esculpia os rostinhos no isopor, tinha toda uma técnica que criei... Fazia também outras mais comerciais que tinham um público mais amplo, e foi uma maneira de unir minha habilidade na época aos desejos dos consumidores. Foi uma época legal, onde aprendi com cada detalhe e acabou me levando para conhecer a Aromaterapia... não, as bonecas não tem nada a ver diretamente com os aromas, mas foi através delas que os caminhos foram se cruzando para que eu chegasse hoje a trabalhar com este universo essencial.
Esses dias fazendo aqui uma produção grande de Inspiras, lembrei da época das bonecas, e assim como tudo na vida, é necessário o tempo das peças, para formar o todo, o gostoso de se fazer bonecas é dar vida à ela, através do rostinho, nossa quando se faz o rostinho... é tudo, as energias repõem-se, dá alegria. Mas pra isso, precisa do corpo, e ter roupinhas e tudo o mais... rsrs... ou seja, como toda produção e como tudo na vida !
Dessa época ficaram as recordações e fotos, e minhas "filhotas" espalhadas, com encanto por aí !!




