26 novembro, 2014

Tempo. Tudo que é bom pede tempo!

Ai que delícia de post da Casa da Chris.... tempo para fazer cafuné e ponto novo de tricô... Tô na fase crochê... fazendo joguinhos americanos para a família comer no capricho, para tomar chá à toa com as amigas - ô delíchia quando a gente trabalha no compasso do tempo, ou ele no compasso da gente?



Fala-se muito de falta de tempo para isso e para aquilo. Faz-se pouco com o nada de tempo que sobra. Ouço muito a frase: "mas você tem tempo para fazer essa coisas". Correção: tenho tempo porque trabalho duro para que ele renda. E me interesso pelo que gira ao meu redor, o que pouca gente faz em tempos de umbigolândia. E isso pede tempo: para ouvir e para entender o que os outros dizem. Pode reparar que tudo o que é bom pede um tempinho extra: beijo, bolo incrível (daqueles com muitas camadas), amasso, brigadeiro preparado com a colher girando lentamente pelas beiradas da panela, suspiro, livro. Não dá para fazer essas e muitas outras coisas boas sem o mínimo de tempo necessário. A melhor delas, aprender. Não se aprende sem tempo. Por isso moças espertas arrumam um jeito de encaixar na agenda algo novo para aprender. Abrem um livro no meio da tarde, no intervalo do café, se viram para descobrir novos pontos de tricô (para exercitar neurônios mal-acostumados a movimentos repetitivos e que nunca saem do mesmo lugar), testam novas receitas - de bolo até cafuné. Quem não arruma tempo fica escravo da mesmice. Casa igual, vida igual, você mesma: sempre igual. Então vamos aproveitar que hoje é segunda-feira e já abrir espaço para as novidades desta semana. E das próximas. E da vida inteira. Que tal?



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